Pokémon é Coisa do Demônio – Lendas do Pokémon

Você sabia que Pokémon é um culto a satã? Não, sério. Não é papo de mãe preocupada com o filho que não larga mais o Nintendo 3DS, ou de um pastor que está perdendo seus fiéis. Vários indícios ajudaram a criar essa lenda, principalmente depois daquelas histórias de suicídio e referências nazistas.

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Review: A Pessoa Amada (Watashi no Suki na Hito) – por Shah Aguiar

Ano passado, a NewPop lançou 4 títulos da CLAMP. Entre eles estava Watashi no Suki na Hito, uma coletânea de 12 contos singelos sobre o amor e como lidamos com ele em nossas vidas. Cada história é contada por uma mulher diferente, da própria CLAMP ou que esteve em contato com Nanase Ohkawa de alguma forma. Pois bem, em 2008 eu conheci o volume único de A Pessoa Amada (no Brasil) por acaso, quando frequentava um saudoso fórum de cultura japonesa e afins. Foi também por acaso que, esse ano, passeando pelo estande da Comix na Bienal do Livro, descobri que havia sido lançado aqui.

Os contos são muito simples e cotidianos. Cada situação apresentada é facilmente adaptável à nossa própria realidade e, por mais que o universo do mangá represente perspectivas femininas, não duvido que um homem consiga se enxergar em algumas das histórias. Todos nós passamos por momentos de insegurança, saudade e crises na diferença de idade, além de outros, e a abordagem das personagens não necessariamente diferencia o gênero em questão. Pelo contrário, em mais de uma das histórias é apresentada também a visão e reação do homem com o qual a moça se relaciona, como no caso de “Distância” e “Quero de te ver”, que mostra o quanto o namorado também gostaria de estar perto dela, e de “Diferente”, que mostra que o rapaz também estava arrependido de uma briga e tinha sua própria maneira de pedir desculpas.

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Referências Nazistas – Lendas do Pokémon

Um novo dia, uma nova aventura e mais lendas curiosas (e até assustadoras) sobre um dos jogos mais queridos por todo mundo. Mas como já falamos aqui das outras vezes desse lado meio sombrio de Pokémon, o post dessa semana será breve.

Todo mundo sabe de onde veio a inspiração para os pocket monstersSatoshi Tajiri tinha uma paixão por colecionar insetos, um hobby muito comum em áreas rurais de Tóquio nas décadas de 50 e 60. Ele levava isso tão a sério que seus amigos de escola o chamavam de “senhor Inseto” e seu sonho era ser um entomologista (aquele que estuda insetos), pelo menos até se apaixonar por outra coisa: vídeo-games.

Além de suas experiências de infância, podemos dizer que outras coisas influenciaram o trabalho do japonês, mesmo que a nível inconsciente. Como já havíamos chamado a atenção lá atrás, o fim da Segunda Guerra Mundial com certeza mexeu com Tajiri e seu trabalho, o que explicaria o cenário por trás dos primeiros jogos. Talvez por isso, em alguns lugares Pokémon foi acusado de usar imagens, símbolos e gestos nazistas, o que levou a certas censuras, principalmente no Ocidente.

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